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Por Negócios7 min de leitura

Eletroposto com pouco uso: por que não fatura e o que fazer

A resposta curta

As causas mais comuns estão em seis lugares: o carregador para sem você saber, o motorista não acha o ponto, o preço é o mesmo o dia todo, a energia sai na tarifa cheia, ninguém atende quem tem problema ou nada faz o motorista voltar. Comece pelos números do extrato de um mês: sessões por dia, horários de uso e horas fora do ar.

O lugar muda pouco depois da obra. A operação muda na semana seguinte. As seis causas, o sinal de cada uma e o que ajustar.

Você investiu no carregador, ele está ligado, e o extrato do mês veio pequeno. Antes de concluir que o ponto não tem futuro, separe o que é do lugar e o que é da operação. O lugar muda pouco depois da obra. A operação pode mudar na semana seguinte, e é nela que estão as causas mais comuns de um eletroposto ocioso.

Comece pelos números do seu ponto

O extrato da operadora de pagamento ou o sistema do carregador já trazem quase tudo. Separe cinco números de pelo menos um mês:

  • Sessões por dia, e em quais dias da semana.
  • Horários das sessões: em que faixa do dia o ponto é usado e em qual fica vazio.
  • kWh por sessão: sessões muito curtas podem indicar recarga interrompida.
  • Horas fora do ar: quanto tempo o carregador ficou indisponível.
  • Tentativas sem sucesso: sessões iniciadas que não entregaram energia, se o sistema mostrar.

Com esses números, cada causa abaixo deixa um sinal que dá para conferir.

As seis causas mais comuns

1. O carregador para e ninguém fica sabendo

O sinal: dias inteiros sem sessão no meio de semanas normais, ou reclamação de motorista antes de qualquer aviso.

Carregador parado não gera sessão, e o motorista que encontra o ponto fora do ar uma vez tende a escolher outro na próxima. O conserto começa por saber da parada na hora em que ela acontece. O passo a passo do diagnóstico está em eletroposto parou: o que checar. Um alerta de carregador parado ajuda a pegar isso cedo, e no blog da Velquia há uma lista do que cobrar de um sistema antes de fechar contrato: como escolher um software de gestão de eletroposto.

2. O motorista não acha o ponto

O sinal: poucas sessões de gente nova, mesmo com o carregador funcionando.

Quem dirige elétrico procura recarga em aplicativos, em mapas de recarga e no Google. Ponto sem cadastro, com horário errado, foto velha ou status que não bate com o carregador perde o motorista antes de ele sair de casa. Confira como o seu ponto aparece nos apps que mostram eletropostos e no perfil do local no Google, e se a vaga é fácil de achar na chegada.

3. O preço é o mesmo o dia todo

O sinal: picos curtos de uso e horas seguidas sem nenhuma sessão.

Preço único trata igual a hora de fila e a madrugada vazia. A tarifa por horário, como a noturna, é uma forma de levar motoristas para as horas ociosas sem mexer na margem das horas cheias. O preço também precisa conversar com o dos eletropostos ao redor, porque o motorista compara antes de sair.

4. A energia sai na tarifa cheia

O sinal: o ponto tem uso, mas sobra pouco de cada kWh vendido.

Nesse caso o problema está mais no custo que no movimento. Os créditos de energia de geração distribuída, previstos na Lei 14.300/2022, são um caminho para baixar o custo do kWh. Nos nossos pontos usamos créditos de energia de geração solar, com custo por kWh menor que a tarifa da distribuidora.

5. Ninguém atende quem tem problema

O sinal: tentativas sem sucesso no extrato, ou avaliações no perfil do local que citam o carregador.

O motorista que não consegue iniciar a recarga quer falar com alguém naquela hora. Se o telefone que ele encontra é o do estabelecimento, quem atende é alguém do seu time, que em geral não tem como resolver. Defina quem atende, por qual canal e em que horário, e deixe o contato escrito no carregador.

6. Nada faz o motorista voltar

O sinal: muitos motoristas diferentes e poucos que voltam.

Quem carrega perto de casa ou do trabalho pode virar cliente de toda semana. Planos de recarga e programa de indicação dão um motivo para voltar ao mesmo ponto em vez de ir ao vizinho. Se o sistema mostrar, acompanhe quantas sessões do mês vieram de quem já tinha carregado antes.

Quanto custa uma hora parada

A conta é do seu ponto, com os seus números. Pegue a média de sessões por hora no horário em que o carregador costuma ser usado, multiplique pelo kWh médio por sessão e pela margem de cada kWh. O resultado é quanto cada hora fora do ar custa naquele horário. Multiplique pelas horas fora do ar do mês e você tem o tamanho da causa 1. A fórmula completa da receita está em quanto rende um eletroposto.

Ajustar sozinho ou passar a gestão

As seis causas têm conserto, e boa parte dele é rotina: olhar o ponto todo dia, ajustar o preço por horário, atender o motorista, conferir o repasse. Dá para fazer sozinho, se alguém do seu time tiver tempo para isso. Na gestão da Elektro Charge, o seu ponto entra na mesma plataforma em que operamos a nossa rede, e as frentes da gestão são estas:

  • Monitoramento com IA: a plataforma avisa quando um carregador para ou quando algo foge do padrão.
  • Concorrência na região: ocupação por dia e horário, recargas e horários de pico dos eletropostos ao redor.
  • Preço e horário guiados por dados: tarifa por horário, como a noturna, e planos e indicação para o motorista voltar.
  • Energia mais barata: o caminho dos créditos de energia solar, estudado para o seu ponto.
  • Suporte ao motorista 24 horas: é para a gente que ele liga.
  • Repasse conferido: o que entrou é conciliado com a operadora de pagamento, e o repasse é calculado todo mês, com o relatório do seu ponto.

Elas cobrem as causas 1, 3, 4, 5 e 6. A causa 2, o cadastro do ponto nos apps e no perfil do Google, segue com você.

O primeiro passo é o estudo do ponto, com os dados de uso que você já tem. Na nossa rede já foram mais de 4.300 recargas e mais de 100.000 kWh entregues. O que cabe a cada lado fica combinado antes, por escrito.

Seu eletroposto fatura menos do que devia?

Conte onde está o carregador e como ele opera hoje. A gente olha os números com você e responde se faz sentido. E, se não fizer, também diz.

Conhecer a gestão de eletropostos →

Perguntas frequentes

Por que meu eletroposto tem poucas recargas?

As causas mais comuns são seis: o carregador para sem você saber, o motorista não acha o ponto, o preço é o mesmo o dia todo, a energia sai na tarifa cheia, ninguém atende quem tem problema e nada faz o motorista voltar. Os números do extrato mostram qual delas pesa no seu ponto.

Como saber se o carregador está ficando parado?

Compare os dias e horários sem sessão com o histórico do ponto e com o status que aparece no app. Dias inteiros sem sessão no meio de semanas normais costumam indicar parada. O jeito mais seguro é um alerta automático da plataforma, que avisa antes de o motorista reclamar.

Baixar o preço resolve?

Só quando o preço é a causa. Se o carregador fica parado, se o ponto é difícil de achar ou se falta atendimento, preço menor apenas reduz a margem das sessões que já acontecem. A tarifa por horário mexe só nas horas vazias e preserva a margem das horas cheias.

O que a gestão da Elektro Charge faz num ponto que já existe?

Estudamos o ponto com os dados de uso, buscamos energia mais barata, usamos IA no monitoramento, damos suporte ao motorista 24 horas e conferimos o repasse todo mês. Você recebe o relatório do seu ponto, com faturamento, sessões e energia.

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