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Por Negócios6 min de leitura

Quanto Rende um Eletroposto: as Variáveis e Quem Opera

A resposta curta

A receita de um eletroposto depende de cinco variáveis: sessões por dia, kWh por sessão, preço do kWh, custo da energia e taxa da operadora. O resultado do dia é sessões x kWh x (preço - custo) - taxa. Quem opera o ponto muda a taxa e o trabalho que fica com você.

Sem valor prometido: a fórmula, as variáveis que mexem nela e o que muda conforme quem opera o ponto.

Quem já tem um carregador, ou pensa em ter, quer saber quanto ele rende. Este texto não responde com um valor: mostra como a conta é feita, quais variáveis mexem nela e quem pode operar o ponto. Com os seus números nas variáveis, a conta sai.

As variáveis que definem a receita

A receita de um eletroposto sai de cinco números.

  1. Sessões por dia (S): quantos motoristas recarregam. Depende de localização, horário e de quantos eletropostos existem por perto.
  2. kWh por sessão (E): quanta energia cada sessão entrega. Varia com a bateria do carro, a carga em que ele chega e a potência do carregador.
  3. Preço do kWh (P): o que o motorista paga.
  4. Custo da energia (C): o que você paga por kWh pela energia que o carregador entrega.
  5. Taxa da operadora (T): a parte que fica com quem opera a plataforma, o meio de pagamento ou a gestão, conforme o acordo.

A conta, com letras

Resultado por dia e por mês

Energia vendida no dia = S x E
Receita bruta no dia = S x E x P
Custo de energia no dia = S x E x C
Resultado por dia = S x E x (P - C) - T
Resultado no mês = resultado por dia x dias de operação

S e E multiplicam tudo. A diferença entre P e C é a margem de cada kWh vendido. Mexer em C, ou ajustar P ao longo do dia, altera o resultado de todas as sessões ao mesmo tempo.

Ficam fora desta conta a instalação, a manutenção e o aluguel da vaga: eles entram no retorno do investimento, não no resultado mensal. Para essa outra conta, comece pelo guia para montar um eletroposto. Já a conta do que sobra no fim do mês, com manutenção e aluguel dentro, tem um exemplo ilustrativo no blog da Velquia: eletroposto dá lucro, a conta do que sobra no fim do mês.

O que mexe em S e E

  • Local: onde o motorista já vai ou já passa.
  • Disponibilidade: um carregador parado não gera sessão.
  • Potência e conectores: compatibilidade com os carros da região, como o CCS2 no DC.
  • Visibilidade: aparecer onde o motorista procura um ponto de recarga.
  • Preço e horário: a tarifa por horário, como a noturna, é uma das alavancas de preço.

Operar sozinho, com operadora ou com gestão

Há três jeitos de operar um ponto. O que muda entre eles é quem faz cada tarefa e quanto isso pesa em T.

Operar sozinho

Você cuida de tudo: acompanha o equipamento, atende o motorista, confere o extrato e define preço e horário. Em geral, o dono de um ponto assim recebe o extrato da operadora de pagamento ou usa uma planilha, e a conferência do repasse é manual.

Com uma operadora que cobra comissão

Uma operadora fornece a plataforma e fica com uma parte de cada sessão. O quanto de suporte, monitoramento e relatório vem junto depende do contrato. Antes de assinar, pergunte o que está incluído, como o repasse é calculado e quem responde quando o carregador para.

Com a gestão da Elektro Charge

Para quem já tem o carregador, a Elektro Charge opera o ponto na nossa plataforma. A tabela compara o que a página da gestão descreve com o ponto operado sozinho.

Tema Sozinho Com a Elektro Charge
Escolha e ajuste do pontoEscolha pela vaga disponível, preço fixoEstudo com dados de uso, potência e concorrência ao redor
EnergiaTarifa cheia da distribuidoraCréditos de energia solar, custo menor que a tarifa
Carregador paradoDescobre quando o motorista reclamaAlerta da plataforma com IA
Suporte ao motoristaO dono do local atendeEquipe e WhatsApp
Números do pontoExtrato da operadora ou planilhaPainel e relatório por ponto
RepasseConferência manualConciliado todo mês

O que perguntar antes de escolher

  • O que está incluído: suporte, monitoramento, relatório, manutenção.
  • Como o repasse é calculado e se você consegue conferi-lo.
  • Quem responde quando o carregador para, e como você fica sabendo.
  • Se o acordo fala de energia: quem compra, a que custo, e se há caminho para baixar C.

Onde a Elektro Charge entra

Na gestão de eletropostos de terceiros, o primeiro passo é o estudo de ponto: o local, a potência disponível, o custo e o retorno. Depois vêm a busca por energia mais barata, o monitoramento com IA e o repasse conferido todo mês, com o relatório do seu ponto.

A energia é o termo C da fórmula. Nos nossos pontos usamos créditos de energia de geração solar, com custo por kWh menor que a tarifa da distribuidora. É esse caminho que a gente estuda para o seu. O que cabe a cada lado fica combinado antes, por escrito.

Quer fazer essa conta com os dados do seu ponto?

Conte onde está o carregador e como ele opera hoje. A gente responde se faz sentido, e, se não fizer, também diz.

Conhecer a gestão de eletropostos →

Perguntas frequentes

Quanto rende um eletroposto por mês?

Depende dos números do ponto. O resultado diário é sessões x kWh por sessão x (preço do kWh - custo da energia) - taxa da operadora, multiplicado pelos dias de operação. Sem os seus dados, qualquer valor seria chute.

Qual variável mais mexe no resultado?

Sessões por dia e kWh por sessão multiplicam tudo. A margem por kWh, a diferença entre preço e custo da energia, é o outro termo que pesa em cada sessão.

O que muda entre operar sozinho e com operadora?

Quem faz o suporte, o monitoramento e a conferência do repasse, e quanto fica como taxa. O que vem incluído depende do contrato: pergunte antes de assinar.

A Elektro Charge faz a gestão de eletropostos de terceiros?

Sim. Para quem já tem o carregador, fazemos o estudo de ponto, buscamos energia mais barata, usamos IA no monitoramento, damos suporte ao motorista e conferimos o repasse todo mês.

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